
Aedes aegypti, Anopheles e Culex são os três tipos de mosquito que mais transmitem doenças no Brasil. Veja como reconhecer cada um, quais doenças eles transmitem, em que horário ficam mais ativos e qual deles é o mais perigoso na sua região. No fim, confira dicas práticas para eliminar criadouros e proteger sua casa.

Os acidentes com escorpião crescem em diversas regiões do país, impulsionados pela expansão urbana e mudanças ambientais. O escorpião-amarelo (Tityus serrulatus), que se reproduz mesmo sem acasalamento, é apontado como o principal responsável — o texto traz o cenário nacional e medidas de prevenção doméstica.

Um caso confirmado em Minas Gerais, após contato com roedor silvestre em lavoura de milho, foi a primeira morte por hantavirose registrada no Brasil em 2026. O artigo traz recomendações de prevenção, como manter plantações a pelo menos 40 m de construções e cuidados de limpeza em espaços fechados.

Comida é o principal atrativo para ratos, mas quintais, ralos sem proteção, frestas em portas e canos expostos também facilitam a entrada. O texto reforça que remover o animal sem eliminar abrigo e alimento tende a ter efeito temporário — daí a importância de agir na causa, não só no sintoma.

É comum achar que insetos somem com a queda de temperatura, mas o frio só muda onde e como eles se comportam — abrigo, comida e umidade continuam disponíveis dentro de casa o ano todo. O artigo também aborda o aumento da umidade do outono como fator de proliferação de mosquitos transmissores de dengue, zika e chikungunya.

A cinomose é uma das doenças virais mais graves que [...]

Transmitida pela picada do Transmitida pela picada do mosquito-palha, a leishmaniose costuma evoluir de forma mais silenciosa em gatos do que em cães, o que dificulta o diagnóstico precoce. Sinais como queda irregular de pelo (principalmente no rosto e extremidades) e alterações nos olhos merecem atenção, já que muitos gatos não apresentam todos os sintomas ao mesmo tempo.mosquito-palha, a leishmaniose costuma evoluir de forma mais silenciosa em gatos do que em cães, o que dificulta o diagnóstico precoce. Sinais como queda irregular de pelo (principalmente no rosto e extremidades) e alterações nos olhos merecem atenção, já que muitos gatos não apresentam todos os sintomas ao mesmo tempo.